
não quero viver da dúvida da incerteza insensata sobre tudo, de não entender o que se passa ao redor. Prefiro a falta ao incerto, que transtorna e abala o que foi construído. Talvez o nada seja mais atraente do que isso, que constrói expectativas e as destrói aos poucos, como se fosse uma ruína sangrenta. Até pode ser que a solidão seja a presença de algo que se tornou ausente. Nada pode se igualar a frustração de ter uma presença concreta apenas, e ausente de alma, de sentimentos, presente por obrigação.
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